quarta-feira, 13 de julho de 2011

Estacionamento Inteligente


O discurso de entender as necessidades dos nossos clientes, nem sempre é de fato colocado em pratica.
Muitas vezes são necessidades básicas, pequenos detalhes que facilitam nosso dia a dia e constroem uma imagem positiva da nossa marca.
Hoje estive visitando o Morumbi Shopping em São Paulo, eu estava dirigindo um carro guiado por GPS e obviamente quando me vi entrando no Shopping veio aquela sensação de alivio de ter encontrado o destino pretendido.
Logo na entrada, na cancela, optei pelo Via Fácil, concorrente do Auto Expresso, ou pra quem não conhece,  são um daqueles chips modernos que colamos no vidro dianteiro do carro e eles nos dão direito a entrar e sair de vários locais públicos e ainda evitar filas em pedágios nas estradas. No final do mês, somos debitados em conta corrente o valor utilizado no período, mais uma pequena tarifa de assinatura que certamente vale a pena, afinal quem já não perdeu um ticket de estacionamento de shopping e teve que preencher um formulário chato e demorado?
Bom, embora a maioria dos Shoppings já tenham este serviço, vale lembrar que são recentes e foram implementados a 1 ou 2 anos no máximo.
Mas a surpresa maior estava por vir.
Quando comecei a subir a rampa de acesso ao G1 pude observar uma placa de Led informando o numero de vagas livres x o numero de vagas ocupadas do andar. O placar estava 335 x 27 para as ocupadas.
Na mesma placa tinha a informação de que no G2 estava ocorrendo um outro jogo, e o placar era 290 x 72 para as livres.
Com esta informação agradável, objetiva e facilitadora, não hesitei em me dirigir ao G2 onde a facilidade de encontrar uma vaga seria bem superior.
Alias, quem já não girou e girou em busca de vagas nos shoppings?
Ao chegar no G2 entendi a modernidade da informação. Cada vaga/box tem um sensor sobre o carro. Os livres estão com a luz verde, os ocupados com a luz vermelha. Podemos observar a distancia onde existe a tão sonhada vaga.
Assim que entramos no box, o sensor identifica o carro e a luz passa a ser vermelha e consequentemente altera as informações das placas de cada andar.

Muito legal este equipamento, fazendo com que os clientes entrem de melhor humor no shopping e quem sabe, comprem mais.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Touch na mão e tenis no pé


A tecnologia toma conta das nossas vidas, cada dia surge uma surpresa nova e a ideia principal destes lançamentos é mesclar inovação, design e principalmente soluções, que podem ser para clientes ou consumidores mas sempre em busca da facilidade.

Um dos maiores desafios para o varejo calçadista sempre foi a necessidade de espaço para expor uma infinita variedade de produtos e principalmente armazena-los.

Como a tecnologia poderia ajudar este setor?

Tudo isso começou com uma maça, mas não foi a de Adão e Eva e sim a de Steve Jobs.
Desde que o guru da Apple colocou o Touch nas nossas vidas tudo parece mais fácil.
Dezenas de concorrentes pegaram carona nesta tecnologia criando soluções para seus clientes.
A Intel parece ter encontrado a solução para o setor calçadista. Nesta loja experimental da Adidas podemos encontrar milhares de calcados em 3D, tudo isso ao toque das nossas mãos que filtram a atividade fim que buscamos realizar com aquele pisante assim como a cor da nossa preferencia.

Com alguns simples toques chegamos no modelo ideal de tênis e pedimos que o vendedor nos traga ele pra provar.
Esta solução permite área de lojas pequenas com estoques maiores, ou seja, diminui os custos de locação para os lojistas, uma vez que os valores de locação estão vinculados aos térreos das lojas.


Assistam o vídeo que tudo ficara mais claro!





quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Maquininhas de Vendas


Mobilidade 3 - Vending Machines!

Estamos de volta depois de um pequeno descanso, afinal todos merecemos ferias!

Fiquei em divida com as postagens da NRF, então estarei completando o conteúdo nos próximos dias.

Ainda sobre mobilidade, alguns cases me chamaram bastante atenção e acredito serem tendências fortíssimas para um futuro breve na vida dos consumidores.

As Vendings Machines são as tradicionais maquinas automáticas onde compramos produtos. Muitos de nos já adquiriram ao menos uma lata de refrigerante nelas, outros já compraram salgadinhos também.

Mas roupas? Cosméticos? Eletrônicos?

Porque não?

A venda de diversas linhas de produtos em maquinas automáticas ganha força e beneficia os dois lados.

Os varejistas podem estar em pontos de alto fluxo sem a necessidade de uma loja física e eventualmente realizarem testes de produtos com alto giro neste locais.

A Best Buy, gigante dos eletrônicos americana, já possui diversas lojas expressas localizadas em aeroportos, estações de trem e dentro de shoppings onde a loja não esta presente.
Cada local tem seu comportamento especifico. Imaginem a Best Buy Express de um aeroporto... Quais produtos ela deveria ofertar?
A reposta é simples: Itens que são repetidas vezes esquecidos por viajantes como carregadores de celular, fones de ouvido, pendrive, Ipods e etc...
Todos estes produtos são acessórios de viagens, mesmo sendo eletrônicos, e como a loja esta em um local de alto fluxo tende a facilitar o consumo dos esquecidos.





A Body Shop, tradicional loja de cosméticos também se faz presente nestes ambientes. Qual menina consegue viajar sem um creme de mãos na bolsa?



O fim das locadoras de video também é uma tendência real. Ou alugaremos filmes on line, o que já é possível no Itunes, Saraiva, Sonora... Ou utilizaremos as Vendings Machines como podemos ver.



Nesta linha logica todo e qualquer produto considerado básico pode ser comercializado nestas maquinas, em breve elas estarão por tudo.

A duvida é inevitável, como tanta tecnologia, as lojas físicas existirão em 2050?

GS

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Allsaints


Mobilidade 2

O assunto mobilidade foi o que mais apareceu durante a convenção, vem de encontro ao comportamento do consumidor não só americano mas mundial. Temos cada vez menos tempo e queremos resolver nossas necessidades de consumo rapidamente.
A onda online já passou pelos Estados Unidos e embora tenha certa representatividade no Brasil, ainda temos muito surf pela frente, e quem aproveitar a onda não se arrependera.
A evolução da compra online para a compra via celular, mobile, é eminente e já é absoluta realidade por lá, uma vez que 50% dos usuários, já possuem smartphones.
Porem o grande desafio é mesclar tamanha velocidade tecnológica com o ponto de venda.



A loja Allsaints (www.allsaints.com) já utiliza esta mistura. A operação da um show de visual merchandising pois decora suas lojas utilizando equipamentos industriais e de costura  como moveis decorativos e exposição de produtos, enchendo os olhos com uma cenografia impecável.
O golpe de mestre vem nos setores, todos com um Ipad fixado em frente as mercadorias.

Pensem em um consumidor que foi procurar camisa masculina, olhou a arara, escolheu a cor e quando estava pronto para a compra percebeu que não tinha seu tamanho. O movimento natural seria deixar a loja e acabar comprando na concorrência, porem ele tem a condição de comprar diretamente no Ipad e receber em casa a camisa no dia seguinte. Esta mescla faz com que o numero de perdas ou desistência de compra sejam reduzidos e logicamente aumenta o faturamento da empresa.
Se deliciem com as fotos pois vale a pena!




Amanha tem mais!
GS

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Big Show!!! NRF 2011!



Big Show!!!!

Estive na NRF 2011, maior convenção nacional de varejo realizada em Nova Iorque neste inicio de janeiro.
Posso afirmar que a feira e as palestras abrangeram 3 principais temas.
O primeiro deles foi a Mobilidade, ou portabilidade, que explico a seguir.
Nos próximos dias estarei atualizando com tudo de bom que se viu por lá!


1-    Mobilidade

Dando sequencia ao conceito Multicanal, onde o cliente compra o que quer, como quiser e onde quiser, os smartphones ganham força. Hoje são cerca de 49% dos americanos usuários de celular inteligente, os famosos smartphones.
Os celulares em nossos bolsos representam uma espécie de GPS, ficando possível que o varejo nos localize e envie informações relevantes para cada usuário, desde que este queira recebe-las.
Para entender melhor vale dar o exemplo do Grupo Westfield, uma grande rede de Shopping centers com abrangência internacional. Estive no Garden State Plaza, uma das operações do grupo localizado em New Jersey, arredores de Manhattan.
Ao caminhar pelos corredores do Shopping, observei uma propaganda gigante fixada em uma de suas paredes, ela estimulava os usuários de Iphone a baixarem o aplicativo ou App do Shopping.
Como estava em frente a loja da Apple, com wifi liberado, resolvi testar a novidade, que pode ser baixada sem custo algum.
O aplicativo traz informações como:  A lista das lojas existentes no shopping e sua localização, mapas, lista de compras ( possibilita que o usuário adicione itens a sua lista de diferentes lojas), informações e facilidades para quem frequenta o espaço com crianças, todas as informações do cinema, com filmes e horários, um espaço para dar feedback e opiniões e o mais interessante, informações de estacionamento com o botão: Onde estacionei? Permitindo que o usuário anote, ou grave com voz o exato lugar do seu carro.


Todas estas facilidades ajudam os clientes que frequentam o mall, mas e as lojas?
Existe uma opção de ofertas e promoções, onde o cliente pode ver e receber cupons de desconto das lojas  e promoções especiais que estejam realizando.
A ideia é identificar o cliente próximo ao PDV e passar a ele a informação de forma exclusiva com seus interesses.
Mais do que a evolução do CRM é a retomada do Freguês, ou seja, tentamos hoje fazer o que o varejo criou na década de 40, uma relação estreita com cada consumidor, na época freguês, que entrava na loja. Era possível chama-lo pelo nome e saber todas as informações dele. Atualmente com  milhões de fregueses, sem tecnologia direcionada, fica dificílimo mapear o comportamento de compra de cada um dos nossos clientes.

Amanha seguimos com mais novidades da feira.

GS

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Consumo Sustentável

Estamos entrando na 2 Onda Verde, mas a final o que isso pode impactar nossas atividades?

A 1 onda verde ocorreu entre os anos de 2004 e 2008, onde todas as empresas realizaram alguma ação simpática com o verde, porem as ações pararam na beira da praia e a onda se foi.

Mas porque estaríamos entrando na 2 onda verde então?

Lembro como se fosse ontem o dia em que instalaram latas de lixo separadas na minha escola, de lá pra cá foram anos de adaptação a nova cultura sustentável, mas hoje alem de ter um cuidado super especial com a separação de lixo na minha residência, fico incomodado de ver quem ainda não separa o mesmo.
Sempre defendi que existem 3 tipos básicos de lixos, os secos, os orgânicos e os não sei.
Os que eu chamo de não sei, são aqueles que têm um que de seco, mas por estarem lambuzados de algum item orgânico ficamos em duvida do que fazer com ele. A resposta é simples, basta lavá-lo que ele vira seco.
Ao mesmo tempo em que a Geraçao X (nascidos entre 1960 e 1980) e os Boomers(nascidos entre 1940 e 1960)   começam a ter esta preocupação ecológica, ela já é uma realidade total para os Millennials (nascidos entre 1980 e 2000) e afetara cada vez mais a decisão de compra deste consumidor no ponto de venda.

A preocupação em adquirir um produto de uma empresa que faça sua parte aumentara a competitividade no PDV, e não adianta criar um nome Eco qualquer coisa, sem mostrar de fato o ganho que o cliente terá em adquirir tal produto.

Surgem novas necessidades no ambiente domestico, por exemplo, lixos de banheiro.
Ate ontem eram 90% orgânicos e os 10% de seco que nele pudessem existir eram ignorados pelo usuário, ou seja, olhávamos para o lado e misturávamos embalagens de itens de banheiro com o lixo orgânico do mesmo.
Estou me referindo a embalagens, de shampoos, pasta de dente, fio dental, cotonnetes e etc..
.
A foto abaixo deixa evidente a necessidade de um novo produto para atender esta demanda, sim, estou falando de lixo separado para banheiros.


As necessidades podem ser percebidas através de tendências e as vezes resultam em um movimento de milhões de consumidores ao influenciados por este comportamento.
Abram o olho para esta 2 onda, o mar nunca esteve tão verde.

GS

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Apple Care

Qualquer um que pare para analisar o case de sucesso da Apple acaba chegando as mesmas conclusões.
Produtos inovadores, com design atrativo, fáceis de operar e que raramente apresentam erros de sistema.
Lojas gigantescas onde tudo que se vende pode ser testado, tudo esta online, livre acesso e multidões experimentando a marca.
A arquitetura das lojas é super moderna, em pontos nobres das principais avenidas e shoppings dos estados Unidos.
As lojas ainda contam com uma equipe especializada em treinamento dos equipamentos adquiridos pelos clientes, verdadeiras aulas de como utilizar ao máximo


A cada lançamento de produto existem filas formadas por uma legião de fãs apaixonados pela maça.
Resumindo, eles vendem que nem pão quente e não precisam preocupar-se com o consumidor.
Errado, eles alem de se preocuparem tratam com excelência.
A cerca de um mês atrás deixei cair meu Iphone no chão, foi o tombo mais duro que ele sofreu e sua tela rachou. Eu sabia que em questão de dias, começaria a perceber aqueles riscos de vazamento de cristal liquido e que minha tela só pioraria.
Não havia o que fazer afinal EU o deixei cair.
Como estive em Chicago no inicio deste mês, resolvi ir ate a loja perguntar se havia alguma solução para este problema.
Mesmo eu frisando que a culpa da queda era minha, o vendedor se prontificou a concertá-lo, pediu apenas que eu aguardasse 20 minutos, o que não é nada difícil dentro de uma loja daquelas.
Cerca de 10 minutos depois ele volta com uma expressão chateada, dizendo que não teve solução e que em função disso a Apple me daria um telefone novo.
Resumindo, eu deixei cair o telefone no chão, eu quebrei a tela, eu fiz mau uso do aparelho e a Apple trocou em 15 minutos sem me fazer nenhuma pergunta.
Mais do que apaixonados pela marca, a Apple forma uma legião de viciados.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Midia Externa


A disputa visual nas ruas pelo olhar do consumidor tem me chamado a atenção.
Atualmente podemos expor nossas marcas em na traseira de veículos públicos, em cabines telefônicas, placas de esquinas, outdoor e frontlight.
Projetos especiais ganham espaço para que uma marca possa chamar mais atenção do que a outra, fazendo com que multinacionais invistam em esquinas de peso na capital gaucha, é o caso da Coca Cola que a anos vem trabalhando de forma fixa a esquina da Nilo Peçanha com Shopping Iguatemi.
A briga é de titãs e o investimento é altíssimo, tanto na produção quanto na execução do serviço.
Será que os pequenos não têm espaço nesta batalha?
Tem sim, basta ser criativo.
Recentemente observei uma Kombi estacionada na esquina do Shopping Iguatemi, mais precisamente na Antonio Carlos Berta com a Nilo Peçanha. Ela chamava atenção, pois trabalhava de forma clara e objetiva o anuncio do seu serviço, redes de proteção Infantil.
Um produto que todas as famílias que moram em apartamentos ou casas de 2 andares utilizam quando possuem crianças pequenas em suas casas e que muitas vezes não tem a referencia de qual empresa contratar.
A diferença da Shop Redes é a ousadia. Esta Kombi ficou estacionada por mais de 15 dias nesta esquina hiper movimentada, funcionando como um outdoor ambulante e ao mesmo tempo fixo.
Para minha surpresa a Kombi saiu do Iguatemi e foi para Nilo Peçanha quase esquina com a Praça da Encol, no sentido bairro centro na esquina da Ciro Galvão, local com altíssima circulação de veículos e constantes engarrafamentos, quem passa por ali vê o anuncio.


Ideias criativas geram bons negócios e com baixo custo!
Parabéns a eles!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Fidelidade é Ouro


Recentemente escrevi um post sobre programas de milhagem. Expressei minha opinião sobre a dificuldade em conseguir marcar vôos utilizando as milhas acumuladas, e que quando conseguimos, ficamos reféns de vôos pinga pinga com durações infinitas.


A idéia hoje é entender os benéficos que um membro dos programas de milhas recebem, falando especialmente de Gol – Smiles e Tam – Fidelidade.


Devido a um volume grande de viagens que realizo e também ao fato de que possuir cartao de credito com a bandeira destes programas, acabei conquistando benefícios importantes, porem só consigo usar um deles.


O status Ouro ou Vermelho, permite ao usuário um check in exclusivo, prioridade da bagagem,  prioridade do embarque e acesso a salas Vip.


Acredito que estas quatro idéias simples foram muito bem pensadas, porem duas delas são extremamente falhas na operação e na falta de treinamento das equipes.


O check in exclusivo e as salas Vips funcionam muito bem nas duas companhias e deve ser elogiado.


Porem o embarque prioritário é ilusório assim com a bagagem.


Explico: Quando o microfone abre a funcionaria da companhia lê a tradicional frase:


... Daremos inicio ao embarque do Voo XXX, dando PRIORIDADE a passageiros idosos, acompanhados de crianças e membros do programa Smiles/Fidelidade Ouro/Vermelho...


Neste exato momento ocorre uma aglomeração de passageiros na porta de embarque, e estes não se enquadram em nenhuma das prioridades alegadas no discurso.


Os funcionários nada fazem e iniciam o embarque ignorando a frase que acabaram de ler.


Já as bagagens recebem um bonito tag de prioridade, o que significaria que ao desembarcarmos e fossemos de encontro as esteiras, estas deveriam ser as primeiras a saírem, e isso também não ocorre.



De 4 carrinhos lotados de bagagem, a minha estava no ultimo, e aguardei cerca de 25 minutos pela bagagem prioritária.


Os funcionários do embarque foram treinados pelas companhias e não poderia falhar. Porem os funcionários que carregam e descarregam as malas normalmente são da Infraero e possivelmente não sabem o significado dos programas de benéficos.


Os programas devem ser frutos de uma troca, quanto mais um viajo contigo mas benefícios eu tenho.


Ideia boa, execução ruim e quem paga o pato é o cliente.
GS

terça-feira, 20 de julho de 2010

Robotizado

O processo de vendas envolve técnicas especificas e cada empresa desenvolve o seu próprio caminho buscando sempre o melhor resultado.

Se vender, fosse apenas um processo, poderíamos ter robôs programados para atender os consumidores e assim teríamos a convicção de que toda a empresa segue o mesmo padrão.

Porem, o calor humano é ferramenta indispensável na hora das vendas. Não há duvidas de que os vendedores devam ser treinados, porem, cada venda é uma situação diferente e a habilidade humana em converter resultados torna-se ferramenta tão importante quanto um processo pré-definido.

O perigo ocorre quando a equipe entra no modo automático, parecendo um exercito de robôs.

O cliente fala, explica suas necessidades e o robô não escuta, pois está programado apenas para falar.

Quanto mais repetimos um processo mais automático ele fica e o risco de não ouvir o cliente aumenta.

Semana passada estive em um restaurante, estava cerca de 10º e chovendo na rua. Na hora que pedi o refrigerante, a pergunta automática surgiu:

- Com gelo e laranja?

- Não, obrigado, está muito frio para gelo.

Um minuto depois chega à minha mesa o copo com gelo e laranja.



Porque isso aconteceu?

Modo robô em ação!

Em algum momento no passado recente, alguém que não gostava do gosto dos refrigerantes de cola puros, resolveu adicionar gelo e limão. O gelo para aguar e o limão para alterar o gosto do tal refrigerante. Outro alguém com ciúmes do limão e das colas resolveu adicionar gelo e laranja nos guaranás buscando uma nova combinação.

Estas duas opções de combinação entraram na programação dos garçons que normalmente estão sobrecarregados de trabalho e sem tempo de ouvir o cliente.

Tente pedir um copo sem gelo e limão na sua próxima ida a um restaurante...

Por mais que consiga, perceberas de forma nítida a quebra da rotina e o profissional atrapalhado.



GS

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Milhas de NOVO!!!!!!!

Acho que já escrevi sobre o tema, mas preciso desabafar de novo.



Quando criamos um CRM ( Programa de relacionamento com cliente ) temos que nos relacionar de fato com ele.



Juntar um milhão de pontos para trocar por uma xícara é a mesma coisa que rir da cara do cliente ou tentar trabalhar uma ideia de não relacionamento.



Essa é a sensação que fico cada vez que tento usar minhas milhas para uma viagem internacional. Chega a ser ridículo ai coincidência de que TODAS as tentativas em TODAS as datas que tento não existe disponibilidade.



Alta, baixa, media, longa ou curta temporada... NUNCA TEM DATA!






Então pra que pagar anuidades caras em cartão de credito e juntar pontos para viajar?



Ta na hora de lançarem um programa verdadeiro de milhagem Acho ate que pode se chamar milhas do nariz vermelho!

GS

quarta-feira, 16 de junho de 2010

16 Dias dentro de um Ford

Meu amigo Marcelo Lubisco, leia-se DuploM, e sua equipe criaram uma baita ideia para participar da concorrencia regional da Ford.
Uma especial de reality show com palestras, entrevistas, brincadeiras e tudo mais rolando dentro de um Ford!
Sim, eles estão a 16 dias ao vivo via web dentro de um Ford realizando um evento mais bem bolado do que outro!
Tive a oportunidade de participar da ação conversando sobre varejo com o Lubisco durante um almoço, ou melhor, um Sushi dentro de um Ford!

Vale a pena conferir!

http://www.16diasdentrodeumford.com.br/

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Comportamento do Consumidor

Tenho conversado muito com meus alunos sobre o comportamento do consumidor, afinal no momento que sabemos para quem vendemos passamos a ter uma informação e tanto nas mãos e ela pode nos trazer resultados melhores nas vendas.

O Consumidor não é um bicho de sete cabeças e nem rabugento como muitos o definem. Ele é apenas um cliente que esta pagando por um bem ou serviço e em troca exige respeito e um atendimento qualificado tanto na venda como no pós venda caso for necessário.

O melhor lugar para entender o cliente é no seu habitat natural, a loja. Nela podemos observar as reações e movimentos em cada setor, exposição ou arara.

Com estas informações poderemos pensar melhor em como arrumar a loja para este cliente, e acima de tudo quais produtos passaremos a ofertar uma vez que descobrimos nosso famoso Target.

O que a grande maioria dos lojistas e profissionais da área de serviços não enxergam, é que todos somos consumidores. Basta realizarmos uma auto-analise sobre o que buscamos nas lojas e como gostaríamos de ser atendidos que já estaremos na pele do consumidor.

Se passarmos a observar e descobrir os porquês de cada loja e produto, poderemos melhorar nossas atividades com naturalidade.

Observe seu Consumidor





O detalhe faz toda a diferença nas nossas vidas. Esta semana estive de papo com meu colega Dado Schneider e ele me contava que trabalhou como Vice Presidente de Detalhes.

Se pensarmos um pouco, veremos a importância deste cargo e o valor que damos aos pequenos detalhes de uma marca ou ação.

Conversamos durante a premiação do Top Of Mind 2010, onde o Grêmio ganhou novamente como a marca de time mais lembrada. Porem o conceito visual da premiação é vermelho, e ano após ano o Grêmio recebe um diploma vermelho.

Certamente este diploma vai para uma gaveta e não para a parede, pois não foi analisado o detalhe e as expectativas do “consumidor” que colocaria o diploma na parede, desde que fosse azul.

O mais legal dos detalhes é que cada consumidor do valor a aspectos diferentes, e por isso o profissional que cuida deste departamento deve estar atento a todos os detalhes que podem mexer e influenciar nossas cabeças.

GS

terça-feira, 27 de abril de 2010

O Charme do Vinho

Quem é que não gosta do primeiro sinal de frio que o invernos nos da?

Abril um bom vinho, uma massa, regime de engorde livre leve e solto, afinal é inverno e as roupas e casacos mascaram eventuais imperfeições.

Voltando ao vinho, como definir um bom vinho?

Observo atentamente o comportamento do consumidor na frente da gôndola no supermercado, confuso e sem informação ele vai direto aos Argentinos e Chilenos, por um único motivo, o charme portenõ!

É muito mais presença ir jantar na casa de amigos e chegar segurando um vinho importado do que um Brasileiro. Este comportamento esta no nosso inconsciente e as marcas Brasileiras, muitas vezes melhores em qualidade do que as portenãs, não conseguem dar este recado de forma a mudar este habito de compra.

O vinho tem charme próprio. Janta romântica, luz de velas, ocasião especial ou não.

Ele representa um momento de relaxamento e tem todo um ritual que envolve a preparação do vinho. Abridores charmosos, acessórios que ajudam a servir sem respingos. Alguns, colecionam rolhas em grandes frascos, outros se desfazem delas sem problema algum. O fato é que um vinho representa muito mais que um vinho.

Previsão de frio para amanha. Vai um vinho tampa rosca ai?


De uns tempos pra cá, tenho observado a substituição das rolhas de cortiça por rolhas plásticas e, mas recentemente por tampa rosca.

Não tenho duvida de que a qualidade permanece a mesma, afinal este setor movimenta milhões e não fariam uma mudança negativa.

Mas e o ritual?

Esse foi fortemente ferido. Um vinho sem rolha é como um espumante sem estouro é como assistir televisão no mudo. Perde a graça.

Espero que os marketeiros das vinícolas revejam esta idéia, pois um bom vinho começa por um bom rotulo uma boa embalagem, e uma charmosa rolha.

GS

terça-feira, 20 de abril de 2010

Novos Tempos

Estive durante toda semana passada na cidade que nunca dorme. Verdadeiro berço consumista que fervilha todos os dias.

Posso afirmar que pelo menos visualmente a crise já se foi.

Lojas tradicionais fizeram mega investimentos em novos pontos de venda e instalações, talvez a crise tenha ajudado neste sentido, pois com a baixa econômica, certamente os valores de pontos e alugueis devem ter diminuído.

Não posso deixar de falar sobre a American Eagle Outfitters, www.ae.com , que trabalha moda jovem posicionada em degrau abaixo da concorrente Abercrobie&Fitch.

A nova loja da AE esta localizada no coração do Time Square, uma esquina com 3 andares muito bem distribuídos e decorados.

Posso afirmar que em breve cenógrafos farão parte do varejo, pois as lojas têm recebido decorações e ações que não perdem em nada para um cenário de novela.

A fachada da loja tem um telão de LED que sem duvida alguma é o maior de todos na região. Pensem em algo gigante...

Pensaram? É bem maior que isso!

O mais sensacional é que alem de exibir as campanhas, vídeos e fotos da loja, ele mostra os clientes!

A promoção tem o nome de 15 segundos de fama. Qualquer cliente, sem a necessidade de comprar na loja, pode entrar, tirar uma foto em um cenário montado la dentro, no andar de baixo, para que andemos na loja... e em seguida terá sua foto exibida nos telões do Time Square.

A ação é magnífica, pois trabalha relação com a marca e exposição pessoal no coração do mundo!





GS

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Evoluir

Aurélio: Sofrer evolução ou transformação; evolver, evolucionar, progredir: a humanidade evolui incessantemente. / Fig. Atualizar-se no que diz respeito a idéias ou convicções.



Ontem a noite em sala de aula, durante o curso de Branding na ESPM, conversei longamente com meus alunos sobre exemplos de marcas tradicionais do nosso mercado.



Tentamos entender os porquês do crescimento ou decréscimo do valor de cada marca por nos lembrada e a palavra que surgiu como definição especifica das mercas que teriam perdido valor ao longo dos anos:



Elas não evoluíram!



Analisando o conceito de evolução apresentado pelo Aurélio, podemos observar palavras como transformação, atualização e progressão.

Não tenho duvidas de que todas as marcas evoluem, mas algumas o fazem de maneira lenta e o grande risco ocorre quando os consumidores de uma determinada marca evoluem mais rápido do que ela própria.

O gigantesco acesso a informação, gerado pelo nosso fiel amigo Google, faz com que a velocidade de informação e desejo dos consumidores ande cada vez mais rápido.


O que você fez para evolução da sua marca nos últimos dias?


O grande desafio das marcas é evoluir mais rápido que seus consumidores, porem esta tarefa não parece tão fácil na pratica, pois os excessos de zelo com operacional acabam deixando a inteligência de Branding de lado e com o tempo a marca perde atratividade e pode ser tarde para qualquer reversão.

Gs

terça-feira, 2 de março de 2010

Coca-Cola

É hora de retomar as postagens, fim de ferias e muitas novidades por ai.

Neste novo comercial criado pela Wieden + Kennedy, o rapaz adormece enquanto está a estudar para a prova de história. É então que entram os personagens dos livros e tentam acordá-lo.


Índios e soldados juntos numa só missão, muito legal!
 
http://sorisomail.com/email/17414/coca-cola--finals-.html
 
GS

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Pirataria

Em tempos de carnaval, a fantasia de pirata é um clássico entre a criançada. Não sei se a influencia já começa por ai, mas a pirataria é um fato consumado na nossa sociedade.

Quem não tem um amigo com Net Cat em casa? Quem já não assistiu um DVD pirata?

Recebi esta postagem do meu amigo e Advogado Marco R. Raad. Vale a reflexão.



Acompanho o blog do Gildo desde o início e identifico-me com muitas das situações aqui relatadas. Por diversas vezes, dei sugestões de assuntos. Ele sempre, educadamente, mandou eu escrever o meu próprio blog. Esses dias, em uma de nossas conversas ele disse que gostaria de colaboradores. Hoje, aqui estou, comentando não uma experiência pessoal, mas uma notícia que li na Zero Hora, no dia 10 de janeiro de 2010, sobre apreensão de produtos piratas no litoral norte do RS. O texto me fez refletir um pouco sobre a relação dos consumidores com os produtos que consomem. Certamente, aqueles que procuram produtos piratas, não prezam pela qualidade daquilo que estão adquirindo, nem se dão conta do estrago econômico e social gerado. Fico na dúvida se é por ignorância ou malandragem/má-intenção. Prefiro pensar que todas as pessoas são boas e agem por ignorância. Parece que não se dão conta de que as consequências somos todos nós que sofremos. Sem dúvida, é como jogar m... no ventilador. A cada ano, milhões de produtos pirateados são apreendidos pela Receita Federal e polícias (cd’s, dvd’s, softwares, games, vestuários, bebidas, cigarros...). A banalidade do ilícito chega a tamanho absurdo que esses tempos um professor da disciplina de propriedade intelectual relatou aos alunos ter assistido em casa um filme que ainda estava em cartaz no cinema. Em outra ocasião, assisti a Ivete Sangalo dizendo na televisão que seus shows estão mais caros porque não consegue mais ganhar dinheiro com a venda de cd’s. Como já referi, é como jogar m... no ventilador. Cabe a nós, consumidores, não fomentar esse mercado ilegal, ainda que seja apenas um cd musical, pois caso contrário estaremos financiando um lucrativo mercado negro, marca registrada das redes criminosas, que hoje atingem status internacional. Vale acessar o site do Ministério da Justiça, onde constam políticas públicas, estatísticas e maiores informações sobre o combate à pirataria.

http://portal.mj.gov.br/data/Pages/MJD7CC848EPTBRIE.htm

MRR

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Compra bem informada

Na penúltima postagem, dividi com vocês, uma inovadora tecnologia apresentada em evento recente deste setor. A ferramenta chamada de Sexto Sentido traz uma idéia de como faremos nossas compras em um futuro bem próximo.

Quem não viu o vídeo, vale a pena.

http://www.ted.com/talks/pattie_maes_demos_the_sixth_sense.html

Embora pareça distante, este comportamento merece toda nossa atenção. Já mencionei em postagens mais antigas sobre a tendência do consumidor pesquisar antes de ir a loja comprar um produto e hoje tive a oportunidade de assistir uma pesquisa feita pela consultoria Gouveia de Souza que mostra que no Brasil 73% dos consumidores buscam informações sobre o produto antes de ir a loja. Na esfera mundial, este índice representa é de 52% e nos Estados unidos 39%.

Será o fim da compra por impulso?



Acredito que não, mas estamos entrando na era da compra por impulso com informação agregada, ou seja, mesmo quando compramos itens que não são essências para nossas vidas, estaremos comprando as opções de compra e decidindo o que levar e de que marca comprar somente após processar estas informações.

42% dos consumidores buscam informações sobre o produto dentro do ponto de venda através dos seus celulares e 39% comparam preços na frente do vendedor sem nenhum constrangimento.

Eu resolvo comprar uma geladeira. Se eu não faço parte dos 73% que já pesquisam antes de ir à loja, eu farei esta pesquisa na própria loja, acessando a internet através do meu celular.

A ferramenta apresentada pela Senhora Pattie Maes, que é pesquisadora do MediaLabs do MIT e que coloquei no link acima, confirma este comportamento.

Em breve, estaremos nas lojas, e simplesmente ao olharmos um produto, as informações sobre ele já aparecerão projetadas ao lado para ajudar-nos na decisão de compra.

No universo da linha branca e dos eletrônicos, aonde as commodities vem ganhando cada vez mais espaço, vendera mais quem informar mais sobre o produto e principalmente quem oferecer um serviço completo de instalação e adequação do produto na minha casa, porque televisão de LCD se compra em qualquer loja, mas aonde eu arrumo um instalador?

GS

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Café

Um dos maiores cases de produto e varejo da atualidade é a Nespresso.

Marca criada e administrada pela Nestlé e que solucionou uma necessidade para todos os apreciadores de um bom café expresso.

Através de maquinas com designs inovadores, que se transformam em objetos de decoração em qualquer ambiente de casa ou escritório eles vem conquistando o mercado.

As butiques que revendem as cápsulas são charmosas e bem pensadas, possibilitando que o cliente prove o café que desejar apreciar.

Trabalham com um Clube de relacionamento magnífico, não importando a loja ou pais que se vá, lá esta um histórico de compras atualizado de cada membro do clube.

Esta imagem é de uma das lojas, sofisticada e clean para vender a experencia do café:



Eu presenciei uma cena na butique do Jardins, em São Paulo bastante interessante. Uma Senhora de aparência e hábitos simples, estava na minha frente para atendimento, e quando questionada pela vendedora sobre o que procurava, ela não teve duvidas:

- Café!

A vendedora educadamente respondeu que existiam mais de 30 tipos de cafés, sabores, de diferentes lugares do mundo.

A Senhora assustada, insistiu que somente buscava café para seu patrão.

Neste momento, a vendedora pede o nome do patrão a Senhora e acessa o sistema verificando a ultima compra feita por ele, e sugere que repita este pedido.

Resolvido, e venda estava feita e a margem de erro tenderia a zero, uma vez que este histórico foi utilizado de maneira eficiente.

Considerado caras por muita gente, cada cápsula custa cerca de R$ 1,80.

Quanto custa um café expresso em uma cafeteria? Entre R$ 2,00 ate R$ 3,50.

Sendo assim, R$ 1,80 para um delicioso expresso em casa vale muito a pena!

O garoto propaganda da brincadeira é George Clooney, e recentemente foi ao ar um comercial com 3 finais. Vale a pena conferir o conceito da obra!


Por hoje era isso, vou tomar um Nespresso e seguir meu trabalho.