quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Consumo Sustentável

Estamos entrando na 2 Onda Verde, mas a final o que isso pode impactar nossas atividades?

A 1 onda verde ocorreu entre os anos de 2004 e 2008, onde todas as empresas realizaram alguma ação simpática com o verde, porem as ações pararam na beira da praia e a onda se foi.

Mas porque estaríamos entrando na 2 onda verde então?

Lembro como se fosse ontem o dia em que instalaram latas de lixo separadas na minha escola, de lá pra cá foram anos de adaptação a nova cultura sustentável, mas hoje alem de ter um cuidado super especial com a separação de lixo na minha residência, fico incomodado de ver quem ainda não separa o mesmo.
Sempre defendi que existem 3 tipos básicos de lixos, os secos, os orgânicos e os não sei.
Os que eu chamo de não sei, são aqueles que têm um que de seco, mas por estarem lambuzados de algum item orgânico ficamos em duvida do que fazer com ele. A resposta é simples, basta lavá-lo que ele vira seco.
Ao mesmo tempo em que a Geraçao X (nascidos entre 1960 e 1980) e os Boomers(nascidos entre 1940 e 1960)   começam a ter esta preocupação ecológica, ela já é uma realidade total para os Millennials (nascidos entre 1980 e 2000) e afetara cada vez mais a decisão de compra deste consumidor no ponto de venda.

A preocupação em adquirir um produto de uma empresa que faça sua parte aumentara a competitividade no PDV, e não adianta criar um nome Eco qualquer coisa, sem mostrar de fato o ganho que o cliente terá em adquirir tal produto.

Surgem novas necessidades no ambiente domestico, por exemplo, lixos de banheiro.
Ate ontem eram 90% orgânicos e os 10% de seco que nele pudessem existir eram ignorados pelo usuário, ou seja, olhávamos para o lado e misturávamos embalagens de itens de banheiro com o lixo orgânico do mesmo.
Estou me referindo a embalagens, de shampoos, pasta de dente, fio dental, cotonnetes e etc..
.
A foto abaixo deixa evidente a necessidade de um novo produto para atender esta demanda, sim, estou falando de lixo separado para banheiros.


As necessidades podem ser percebidas através de tendências e as vezes resultam em um movimento de milhões de consumidores ao influenciados por este comportamento.
Abram o olho para esta 2 onda, o mar nunca esteve tão verde.

GS

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Apple Care

Qualquer um que pare para analisar o case de sucesso da Apple acaba chegando as mesmas conclusões.
Produtos inovadores, com design atrativo, fáceis de operar e que raramente apresentam erros de sistema.
Lojas gigantescas onde tudo que se vende pode ser testado, tudo esta online, livre acesso e multidões experimentando a marca.
A arquitetura das lojas é super moderna, em pontos nobres das principais avenidas e shoppings dos estados Unidos.
As lojas ainda contam com uma equipe especializada em treinamento dos equipamentos adquiridos pelos clientes, verdadeiras aulas de como utilizar ao máximo


A cada lançamento de produto existem filas formadas por uma legião de fãs apaixonados pela maça.
Resumindo, eles vendem que nem pão quente e não precisam preocupar-se com o consumidor.
Errado, eles alem de se preocuparem tratam com excelência.
A cerca de um mês atrás deixei cair meu Iphone no chão, foi o tombo mais duro que ele sofreu e sua tela rachou. Eu sabia que em questão de dias, começaria a perceber aqueles riscos de vazamento de cristal liquido e que minha tela só pioraria.
Não havia o que fazer afinal EU o deixei cair.
Como estive em Chicago no inicio deste mês, resolvi ir ate a loja perguntar se havia alguma solução para este problema.
Mesmo eu frisando que a culpa da queda era minha, o vendedor se prontificou a concertá-lo, pediu apenas que eu aguardasse 20 minutos, o que não é nada difícil dentro de uma loja daquelas.
Cerca de 10 minutos depois ele volta com uma expressão chateada, dizendo que não teve solução e que em função disso a Apple me daria um telefone novo.
Resumindo, eu deixei cair o telefone no chão, eu quebrei a tela, eu fiz mau uso do aparelho e a Apple trocou em 15 minutos sem me fazer nenhuma pergunta.
Mais do que apaixonados pela marca, a Apple forma uma legião de viciados.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Midia Externa


A disputa visual nas ruas pelo olhar do consumidor tem me chamado a atenção.
Atualmente podemos expor nossas marcas em na traseira de veículos públicos, em cabines telefônicas, placas de esquinas, outdoor e frontlight.
Projetos especiais ganham espaço para que uma marca possa chamar mais atenção do que a outra, fazendo com que multinacionais invistam em esquinas de peso na capital gaucha, é o caso da Coca Cola que a anos vem trabalhando de forma fixa a esquina da Nilo Peçanha com Shopping Iguatemi.
A briga é de titãs e o investimento é altíssimo, tanto na produção quanto na execução do serviço.
Será que os pequenos não têm espaço nesta batalha?
Tem sim, basta ser criativo.
Recentemente observei uma Kombi estacionada na esquina do Shopping Iguatemi, mais precisamente na Antonio Carlos Berta com a Nilo Peçanha. Ela chamava atenção, pois trabalhava de forma clara e objetiva o anuncio do seu serviço, redes de proteção Infantil.
Um produto que todas as famílias que moram em apartamentos ou casas de 2 andares utilizam quando possuem crianças pequenas em suas casas e que muitas vezes não tem a referencia de qual empresa contratar.
A diferença da Shop Redes é a ousadia. Esta Kombi ficou estacionada por mais de 15 dias nesta esquina hiper movimentada, funcionando como um outdoor ambulante e ao mesmo tempo fixo.
Para minha surpresa a Kombi saiu do Iguatemi e foi para Nilo Peçanha quase esquina com a Praça da Encol, no sentido bairro centro na esquina da Ciro Galvão, local com altíssima circulação de veículos e constantes engarrafamentos, quem passa por ali vê o anuncio.


Ideias criativas geram bons negócios e com baixo custo!
Parabéns a eles!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Fidelidade é Ouro


Recentemente escrevi um post sobre programas de milhagem. Expressei minha opinião sobre a dificuldade em conseguir marcar vôos utilizando as milhas acumuladas, e que quando conseguimos, ficamos reféns de vôos pinga pinga com durações infinitas.


A idéia hoje é entender os benéficos que um membro dos programas de milhas recebem, falando especialmente de Gol – Smiles e Tam – Fidelidade.


Devido a um volume grande de viagens que realizo e também ao fato de que possuir cartao de credito com a bandeira destes programas, acabei conquistando benefícios importantes, porem só consigo usar um deles.


O status Ouro ou Vermelho, permite ao usuário um check in exclusivo, prioridade da bagagem,  prioridade do embarque e acesso a salas Vip.


Acredito que estas quatro idéias simples foram muito bem pensadas, porem duas delas são extremamente falhas na operação e na falta de treinamento das equipes.


O check in exclusivo e as salas Vips funcionam muito bem nas duas companhias e deve ser elogiado.


Porem o embarque prioritário é ilusório assim com a bagagem.


Explico: Quando o microfone abre a funcionaria da companhia lê a tradicional frase:


... Daremos inicio ao embarque do Voo XXX, dando PRIORIDADE a passageiros idosos, acompanhados de crianças e membros do programa Smiles/Fidelidade Ouro/Vermelho...


Neste exato momento ocorre uma aglomeração de passageiros na porta de embarque, e estes não se enquadram em nenhuma das prioridades alegadas no discurso.


Os funcionários nada fazem e iniciam o embarque ignorando a frase que acabaram de ler.


Já as bagagens recebem um bonito tag de prioridade, o que significaria que ao desembarcarmos e fossemos de encontro as esteiras, estas deveriam ser as primeiras a saírem, e isso também não ocorre.



De 4 carrinhos lotados de bagagem, a minha estava no ultimo, e aguardei cerca de 25 minutos pela bagagem prioritária.


Os funcionários do embarque foram treinados pelas companhias e não poderia falhar. Porem os funcionários que carregam e descarregam as malas normalmente são da Infraero e possivelmente não sabem o significado dos programas de benéficos.


Os programas devem ser frutos de uma troca, quanto mais um viajo contigo mas benefícios eu tenho.


Ideia boa, execução ruim e quem paga o pato é o cliente.
GS

terça-feira, 20 de julho de 2010

Robotizado

O processo de vendas envolve técnicas especificas e cada empresa desenvolve o seu próprio caminho buscando sempre o melhor resultado.

Se vender, fosse apenas um processo, poderíamos ter robôs programados para atender os consumidores e assim teríamos a convicção de que toda a empresa segue o mesmo padrão.

Porem, o calor humano é ferramenta indispensável na hora das vendas. Não há duvidas de que os vendedores devam ser treinados, porem, cada venda é uma situação diferente e a habilidade humana em converter resultados torna-se ferramenta tão importante quanto um processo pré-definido.

O perigo ocorre quando a equipe entra no modo automático, parecendo um exercito de robôs.

O cliente fala, explica suas necessidades e o robô não escuta, pois está programado apenas para falar.

Quanto mais repetimos um processo mais automático ele fica e o risco de não ouvir o cliente aumenta.

Semana passada estive em um restaurante, estava cerca de 10º e chovendo na rua. Na hora que pedi o refrigerante, a pergunta automática surgiu:

- Com gelo e laranja?

- Não, obrigado, está muito frio para gelo.

Um minuto depois chega à minha mesa o copo com gelo e laranja.



Porque isso aconteceu?

Modo robô em ação!

Em algum momento no passado recente, alguém que não gostava do gosto dos refrigerantes de cola puros, resolveu adicionar gelo e limão. O gelo para aguar e o limão para alterar o gosto do tal refrigerante. Outro alguém com ciúmes do limão e das colas resolveu adicionar gelo e laranja nos guaranás buscando uma nova combinação.

Estas duas opções de combinação entraram na programação dos garçons que normalmente estão sobrecarregados de trabalho e sem tempo de ouvir o cliente.

Tente pedir um copo sem gelo e limão na sua próxima ida a um restaurante...

Por mais que consiga, perceberas de forma nítida a quebra da rotina e o profissional atrapalhado.



GS

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Milhas de NOVO!!!!!!!

Acho que já escrevi sobre o tema, mas preciso desabafar de novo.



Quando criamos um CRM ( Programa de relacionamento com cliente ) temos que nos relacionar de fato com ele.



Juntar um milhão de pontos para trocar por uma xícara é a mesma coisa que rir da cara do cliente ou tentar trabalhar uma ideia de não relacionamento.



Essa é a sensação que fico cada vez que tento usar minhas milhas para uma viagem internacional. Chega a ser ridículo ai coincidência de que TODAS as tentativas em TODAS as datas que tento não existe disponibilidade.



Alta, baixa, media, longa ou curta temporada... NUNCA TEM DATA!






Então pra que pagar anuidades caras em cartão de credito e juntar pontos para viajar?



Ta na hora de lançarem um programa verdadeiro de milhagem Acho ate que pode se chamar milhas do nariz vermelho!

GS

quarta-feira, 16 de junho de 2010

16 Dias dentro de um Ford

Meu amigo Marcelo Lubisco, leia-se DuploM, e sua equipe criaram uma baita ideia para participar da concorrencia regional da Ford.
Uma especial de reality show com palestras, entrevistas, brincadeiras e tudo mais rolando dentro de um Ford!
Sim, eles estão a 16 dias ao vivo via web dentro de um Ford realizando um evento mais bem bolado do que outro!
Tive a oportunidade de participar da ação conversando sobre varejo com o Lubisco durante um almoço, ou melhor, um Sushi dentro de um Ford!

Vale a pena conferir!

http://www.16diasdentrodeumford.com.br/